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Despedida de Papa Francisco cria comoção sem fronteiras políticas

Líderes de diferentes partidos e religiões prestam condolências à comunidade católica


Com Agência Brasil

Papa Francisco ocupava a posição há cerca de 12 anos | Divulgação: Vatican Media
Papa Francisco ocupava a posição há cerca de 12 anos | Divulgação: Vatican Media

A morte do Papa Francisco, nesta segunda-feira (21), reuniu declarações de líderes políticos com viés opostos, reflexo de suas ações positivas durante seu pontificado. O religioso era conhecido pelas opiniões acolhedoras a minorias atacadas por grupos religiosos e construiu um legado de compaixão e solidariedade.


Ultrapassando barreiras criadas por pensamentos criminosos incentivados pelo fanatismo religioso, por meio de declarações, o papa recebeu a simpatia da comunidade LGBTQIA+, que antes se via marginalizada por esses líderes. 

"Se uma pessoa é gay, busca o Senhor e tem boa vontade, quem sou eu para julgá-la?", Papa Francisco, em 2013, em voo após vinda ao Brasil

Em recente publicação nas redes sociais, a deputada Erika Hilton prestou suas condolências à figura católica que resistiu ao fortalecimento do conservadorismo cristão ao redor do mundo, e afirmou que "um Papa que, mesmo que de forma ambígua, falou dos erros da própria Igreja Católica e dos direitos das pessoas LGBTQIA+.” 


O presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, também homenageou Francisco em declaração pública. “Ele era um homem muito bom, que trabalhou duro e amou o mundo”, afirmou o líder norte-americano. 


Durante sua campanha, Trump foi criticado ao implementar políticas contra imigrantes, ato esse que foi repreendido pelo Papa Francisco em 2016. “Quem pensa em construir muros e não em construir pontes não é cristão”.


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